16/12/2011

Tutoras do Pró-Letramento e Chefia


Foto tirada no Encerramento do Pró-Letramento 24/11/11
Tutoras e Chefia do Fundamental - Miriam
O nosso muito obrigada à todos !!!

Projeto de Multimídias Mostra 2011

Boa tarde !!!

Segue abaixo o link do vídeo apresentado na Mostra da Educação 2011 - como trabalho de multímidas, demonstrando um recorte de todo o trabalho realizado no Pró-Letramento durante o ano.

O nosso muito obrigada à todos !!!!

07/09/2011

Livros infantis

Sugestão de livros para leitura em sala, aproveitem!!!



19/08/2011

Folclore

O jeito certo de trabalhar o folclore


Tema vai muito além das lendas e cantigas de roda. Aborde elementos que fazem parte do cotidiano dos alunos

Daniele Pechi


Alunos da Escola de Música Lilah Lisboa fantasiados de "Fofão", personagem tradicional do Carnaval Maranhense

Quando chega o mês de agosto, muitos professores tiram os livros sobre folclore da estante, pesquisam na internet e preparam algumas aulas sobre o tema para apresentá-lo aos alunos. "Trabalhar o assunto apenas em agosto se tornou uma tradição no ensino brasileiro", diz Alberto Ikeda, professor de Cultura Popular e Etnomusicologia do Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (Unesp), campus São Paulo. Esse é um primeiro problema na abordagem do tema - mas nem de longe é o único. Outro equívoco é resumir o folclore às lendas e cantigas de roda, algo raso e redutor.

Uma primeira providência essencial diz respeito à compreensão da noção de folclore. Em sua origem inglesa, informa o dicionário Houaiss, a palavra folclore significa o ato de ensinar (lore) um conjunto de costumes, lendas e manifestações artísticas do povo (folk) preservados pela tradição oral. Essa definição é um tanto redutora se levarmos em consideração o fato de que toda manifestação cultural é influenciada pelo contexto de quem a produz e que esse contexto, por sua vez, está em constante mudança. Sendo assim, o conceito de folclore é muito mais dinâmico do que parece: envolve diversas vertentes da cultura popular (música, dança, relatos orais etc.) e continua sendo produzido até hoje. "É impossível abordar o assunto sem considerar os elementos que fazem parte do cotidiano dos estudantes", afirma Teca Soub, coordenadora do Núcleo de Alfabetização da Prefeitura de São Caetano, SP.

Ensinar ao aluno que os elementos de sua própria cultura fazem parte do folclore brasileiro é um dos maiores desafios enfrentados por professores ao tratar do tema. Quando chegam à escola, as crianças trazem com elas os elementos culturais que estão mais próximo delas. Por isso, explicar a elas que essa "cultura caseira" faz parte da noção de folclore funciona melhor do que simplesmente apresentar lendas e mitos sem contextualizá-los. "Tal atitude faz os alunos considerarem como folclore elementos que estão distantes deles, dos quais não participam", explica Ikeda. "Isso pode provocar um desinteresse geral".

Estimular os estudantes a pesquisar sobre suas próprias comunidades e até mesmo hábitos familiares pode ser um ótimo ponto de partida para o ensino da noção de folclore. "A criança só pode entender a diversidade se perceber que faz parte disso", diz Ikeda. Uma forma eficiente de trazer essas questões para a sala de aula é contar que o conjunto desses costumes determina os aspectos culturais de um povo.

Tendo isso em mente, fica clara a inadequação de tratar o tema apenas em agosto. Desenvolver projetos que trabalhem aspectos da cultura brasileira no decorrer de todo o ano letivo é fundamental. "Em vez de abordar os elementos da cultura apenas no mês de agosto por mera convenção, é mais coerente adaptar os currículos das escolas de acordo com as manifestações culturais regionais", diz Teca

A abordagem por etapas de ensino

Educação Infantil

Para aproximar o folclore da realidade dos alunos na Educação Infantil, os educadores podem inserir nos planos de aula brincadeiras e cantigas de roda (como ponto de partida e não como abordagem exclusiva). Além de estimular o movimento, algo fundamental nessa etária, elas ajudam as crianças a desenvolver a fala. Batucar e dançar ritmos regionais, por exemplo, faz os pequenos entrarem em contato com manifestações artísticas locais, que são expressões de sua cultura. "Começar com aquilo que o aluno traz facilita o entendimento da diversidade cultural", diz Ikeda.

Ensino Fundamental 1

A partir do 1º ano, já é possível contar com a ajuda dos alunos para levantar diversos elementos do folclore, sem perder de vista que um ensino eficiente requer planejamento, avaliação inicial e contínua e uma sequência lógica que leve à construção do conhecimento. Não faz muito sentido para um aluno do Sudeste brasileiro, por exemplo, entrar em contato com mitos e lendas da Amazônia se ele ainda não conseguiu entender a noção de folclore. É com base no levantamento de exemplos de situações mais próximas da realidade dos estudantes que o professor consegue perceber quando eles estão prontos conhecer os aspectos que fazem parte da cultura de outras regiões do país - que ele não pratica, mas que podem ser melhor entendidos por meio dessa análise que parte dos elementos mais conhecidos e segue para outros mais distantes. Para um aluno pernambucano, por exemplo, entender as origens do carnaval de Olinda e aprender mais sobre os festejos locais pode ajudar na identificação de diferenças e semelhanças na celebração da festa no restante do Brasil.

Ensino Fundamental 2

Com a separação das disciplinas nessa etapa de ensino, o folclore geralmente passa a ser tratado apenas nas aulas de Arte. "As manifestações culturais são muito mais complexas e envolvem outros aspectos que ultrapassam a noção de Arte", afirma Teca. "Por isso, devem ser trabalhadas em várias disciplinas que compõem o currículo regular das instituições de ensino". Para compreender o porquê a capoeira foi incorporada à cultura brasileira é preciso ensinar aos alunos que o Brasil foi um país escravocrata e que o jogo era praticado por negros africanos trazidos ao Brasil para serem explorados. Muitos desses homens permaneceram aqui após sua libertação, se espalharam pelas capitais do país e ensinaram aos brasileiros como o esporte era praticado. Neste simples exemplo, temos quatro disciplinas envolvidas: História, Geografia, Educação Física e Arte. A mesma regra vale para a maioria dos conteúdos ensinados em sala de aula.

A mudança no ensino do folclore deve ser feita por meio de uma revisão no currículo de cada escola. Para isso, professores e coordenação tem papel importante: afinal, a escola tem uma função importante na legitimação das representações culturais. Por isso, promover a aproximação junto a grupos de teatro, música ou de dança que ficam no bairro em que a instituição está, por exemplo, pode ajudar os alunos a se sentir sujeitos atuantes da cultura local. "Professores e coordenadores pedagógicos precisam reconhecer os alunos como participantes da cultura, que têm muito a contribuir para a construção da aprendizagem", diz Teca.


http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/jeito-certo-trabalhar-folclore-635351.shtml

Acesso à Revista Nova Escola












Bom dia !!
Com a barra da Nova Escola, vocês tem acesso direto ao site para poderem conferir as novidades, planos de aulas, e sugestões.
Aproveitem
ABraços
Patrícia

05/08/2011

Dicas para trabalhar leitura

Os comportamentos leitores referem-se ao que Delia Lerner caracteriza como sendo a dimensão social do comportamento leitor; são atitudes mais relacionadas a valores construídos em relação à leitura e ao ato de ler.


São atitudes como:

-socializar critérios de escolha e de apreciação estética de leituras;

-ler trechos de textos de que gostou para colegas;

-procurar materiais de leitura regularmente;

-zelar por diferentes materiais de leitura;

-freqüentar bibliotecas (de classe ou não);

-comentar com outros o que se está lendo;

-compartilhar a leitura com outros;

-recomendar livros ou outras leituras que considera valiosas;

-comparar o que se leu com outras obras do mesmo ou de outros autores;

-contrastar informações provenientes de diferentes fontes sobre um tema de interesse;

-confrontar com outros leitores as interpretações geradas por uma leitura;

-realizar a leitura de maneira a acompanhar um autor preferido;

-atrever-se a ler textos difíceis, entre outros.



Estes comportamentos precisam ser tomados como objeto de ensino nas aulas de Língua Portuguesa, para que os alunos sejam leitores competentes e proficientes.

Abraços
Patrícia

Lerner, Delia. Ler e escrever na escola — o real, o possível e o necessário. Porto Alegre (RS): Editora Artmed; 2002.

05/07/2011

Recesso

Um excelente recesso escolar à todos os professores !!!
Descansem, aproveitem e principalmente divirtam-se muito.
Abraços
Patrícia

22/05/2011

Depoimento da Professora Amanda Gurgel

Depoimento da professora Amanda Gurgel sobre a situação da Educação no Brasil.

http://www.youtube.com/watch?v=yFkt0O7lceA&feature=player_embedded

15/05/2011

Vídeo da Aula Inaugural do Pró-Letramento

Bom dia !!!

Vídeo da Aula Inaugural do Pró-Letramento com a leitura fruição: "Crônica - Segunda-feira" da Adriana Falcão e apresentação da estrutura do Pró-Letramento.

Abraços
Patrícia

http://www.youtube.com/watch?v=tmvqOdmQtmw

Mário Prata fala da importância da leitura por prazer e defende a sua prática nas escolas.

Eventos do Salão do Livro - 2011
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Aula Inaugural do Pró-Letramento


Aula inaugural do Pró-Letramento, em 21 de março de 2011, no CME Adamastor.
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Tutora Izabel lendo poesias no Banquete Literário
Abril de 2011
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Banquete Literário.. abril de 2011
Participação da Turma 4 do Pró-Letramento de Alfabetização e Linguagem
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06/05/2011

Ler é tudo de bom !!!!!

Ler é tudo de bom!!


A leitura forma repertório para que as crianças, os jovens e os adultos sejam produtores de textos, possam divertir-se, aprender....

Como diz Tatiana Belinky: “ O desenvolvimento do gosto pela leitura se dá mais efetivamente a partir de uma aproximação afetiva e significativa com os livros. As crianças precisam vivenciar na escola e em casa ( através de empréstimos de livros feitos pelos professores) experiências ricas com a leitura para que possam em sua formação de leitores, recorrer aos livros como fonte de informação, instrumento de aprendizagem e forma de lazer.

É necessário que o professor escolha e leia bons livros, de bons autores para seus alunos. Ao ler para as crianças, o professor ensina como se faz para ler. Após a leitura, o livro deve ser disponibilizado para as crianças para que ela mesma descubra o prazer de ler, reler o texto que a emocionou, ou com o qual aprendeu ou sentiu medo ou chorou ou se encantou com a poesia. O professor leitor, que lê livros para seus alunos em voz alta, ensina a desenvolver estratégias para ler textos de diferentes tipos e gêneros, instalando na escola, não só na sala de aula, um clima de leitura, que se estende para as casas, envolvendo não só os alunos e professores, mas a escola toda e a família, num verdadeiro clube de leitores.

É necessário que as crianças emprestem os livros para lerem, ensaiem as leituras para os colegas da sala e de outras salas de aula, para os familiares, e sejam valorizadas pelas pessoas que ouvem suas leituras.

É importante que o acervo de livros esteja disponível para que os leitores sintam vontade de manuseá-los.

É importante ler para as crianças os livros que elas escolheram, mas também os escolhidos pelo professor, que tem mais experiência com a literatura.

Incentivar as crianças a lerem e indicarem oralmente ou por escrito os livros que leram, propor que façam resenhas de livros para expor no mural, ler para elas contos de assombração, histórias antigas, de suspense, emprestar livros de artes, de poesia, de letras de música, atlas geográficos ou históricos, de regras de jogos e de brincadeiras, mostrar o local onde encontrá-los para que tenham autonomia na escolha e tenham prazer de ler é assim, penso eu, que se forma um leitor competente.

Para se conseguir uma distribuição equilibrada de conhecimento, para produzir em todos e em cada um uma posição crítica frente à pressão dos meios de comunicação, para se tornar letrado, é imprescindivel criar condições que permitam às crianças, jovens e adultos atuar como letrados desde o início da escolarização.

A escola tem o dever de criar condições para que todos ingressem no mundo letrado e não somente nas primeiras letras.



Izabel Moreira da Silva Souza – 11/12/2009

17/02/2011

Participação especial da Izabel

Esse vídeo é da participação especial da Dona Izabel em um evento com o escritor João Carlos Marinho, autor da coleção do Gênio do crime.


http://www.youtube.com/watch?v=kRsB3URBtug

Abraços

Vídeos do Encerramento de 2010

Bom dia !!

Segue os links para acesso aos vídeos das apresentações realizadas pelos professores cursistas no encerramento do Pró-Letramento Alfabetização e Matemática em dezembro de 2010.


A formiga e a neve - tutora Izabel
http://www.youtube.com/watch?v=vGdKuXBGDa0

Matemático - tutora Cristiane
http://www.youtube.com/watch?v=BiCsDRi9p-I

Pés ou sapatos - tutora Patrícia
http://www.youtube.com/watch?v=jRXVUi19Mm8

O rato - tutora Izabel
http://www.youtube.com/watch?v=EZLiziIEhfc

Os 3 porquinhos - tutora Patrícia
http://www.youtube.com/watch?v=cUafhwnd914

Sala de aula - tutora Márcia
http://www.youtube.com/watch?v=uCdgddXpEz4

Aula de matemática - tutora Márcia
http://www.youtube.com/watch?v=E-MyCLior7A

Chapeuzinho Vermelho - tutora Cristiane
http://www.youtube.com/watch?v=rZTdqbjCIRA


3 porquinhos - tutora Márcia
http://www.youtube.com/watch?v=tFNlzwX4OQA


Espero que apreciem as apresentações dos nossos verdadeiros artistas.

Parabéns à todos !!!

Izabel, Patrícia, Cristiane e Márcia

16/02/2011

Encontros do Pró-Letramento

Vem aí os encontros do Pró-Letramento para quem já participou do curso e pretende continuar com nossas conversas... troca de ideias... e socializações de atividades e projetos que deram e dão certo.

É nossa oportunidade de continuar refletindo, discutindo e analisando atividades de alfabetização e a matemática na perspectiva do letramento.

Em breve maiores informações

Abraços

Izabel e Patrícia

11/02/2011

Inscrições

Bom dia !!

As inscrições para o Pró-Letramento Alfabetização e Linguagem e Matemática em Guarulhos estarão abertas a partir do dia 12 de fevereiro até o dia 18 de fevereiro de 2011.

O atendimento no sábado será das 9 ás 17h e nos demais dias das 8h as 21h, no Centro Educacional Adamastor.

Esperamos vocês...

Izabel e Patrícia
http://novo.guarulhos.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2038&Itemid=812

01/02/2011

Oração

ORAÇÃO AO PROFESSOR



Professor nosso que estás zangado

Equilibrada seja tua paciência.


Seja feita a vossa vontade

Assim nas provas como nas aulas.


Os dez nosso de cada dia, nos dê sempre...

Perdoai as nossas faltas,

Assim como nós perdoamos a sua amolação,

Mas não nos deixai em recuperação

E nos livrai da reprovação!


Amém!